Pequena Amplitude é uma extensão da minha voz e dos meus pensamentos porque nem sempre temos tempo e oportunidade de falar o que pensamos ou de ser quem somos.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Changes happen


We make plans, we predict our future, we make reservations, we use our credit cards, we dream, we hope, but we also make mistakes.
Sometimes we base our whole lives on something we are not sure of, we spend a long time waiting for things that will never happen.
Sometimes we forget that anything, any tiny thing, can change everything in a minute. And we are never ready for that.
We must always have a B plan. “If that happened, what would I do?” Of course it’s difficult to know exactly what “that” means, but we must be prepared for changes.
People die, people move, people are born, people get fired, love stories get to an end, things are destroyed, feelings fade away… And eventually, when things like these happen, we must survive and go on.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Gratidão


Sou grata a Deus não apenas pelas coisas que Ele me deu quando eu pedi, mas também por aquelas que Ele me deu quando eu não merecia e, principalmente, por aquelas que Ele não me deu nem quando eu pedi muito, porque Ele sabia que eu não precisaria delas.

Às vezes a gente sofre e chora tanto por alguma coisa que quer e fica pensando que Deus não nos ouve ou que Ele é mau porque não nos dá aquilo que pedimos. Mas nós nos esquecemos de que é Ele quem sabe tudo enquanto nós nos enganamos a todo momento.

Todo mundo já pediu algo assim. Pode ser um emprego, um filho, um marido, um carro... Nem tudo o que no momento parece bom realmente é. Pense nisso. Tente se lembrar de tudo o que você não conseguiu e veja agora como isso foi bom para você.

Além disso, existem ocasiões em que culpamos a Deus porque Ele nos deu alguma coisa que não nos faz mais feliz. E nem nos lembramos de que a culpa é nossa, porque fomos nós que pedimos isso ou que procuramos por isso. Talvez Ele permita que passemos por situações como essa para que saibamos pedir melhor da próxima vez. Mas infelizmente, isso nem sempre funciona... E a gente quase nunca aprende.

Então, na próxima vez em que você Lhe fizer um pedido, lembre-se de que Ele pode responder de três formas diferentes: sim, não e mais tarde. E lembre-se também de acrescentar ao seu pedido a condição: “Se for da tua vontade”, para que o seu sim não se transforme mais tarde numa dura lição de vida.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não seja uma mala!


Ei, você alguma vez já olhou para alguém e pensou que essa pessoa não se tocava, não entendia que estava agindo de maneira errada, não percebia que não chegaria a lugar nenhum se continuasse assim?
Ou talvez já teve pena de alguém que não tinha os mesmos recursos que você, não entendia bem dos mesmos assuntos que você ou não vivia a vida tão plenamente quanto você?
Quem sabe você já chegou até mesmo a dizer a alguém o quanto essa pessoa estava persistindo num erro sem enxergar que isso estava atrapalhando o seu crescimento...
Isso é muito normal. A gente sempre observa as atitudes nas pessoas, sempre discorda da maioria delas, mas nem sempre lhes diz isso. Talvez por falta de oportunidade, ou mesmo por falta de necessidade ou até por falsidade...
Mas, cá entre nós, você alguma vez já parou para pensar se, de repente, quem está errado não é você e se você simplesmente pudesse perceber isso, tudo ao seu redor pareceria bem melhor e mais interessante?
Se não, eu preciso lhe dizer agora que você precisa consertar a sua vida primeiro, antes de cutucar a dos outros, e tentar ser um exemplo primeiro antes de dar conselhos da boca para fora.
Resumindo, quando a gente começa a achar que todo mundo é mala, geralmente é porque a mala somos nós mesmos.
Às vezes a gente acha que sabe tudo, que é o melhor, que não há nada que podemos aprender com os outros, mas a gente se engana. Ninguém pode viver sozinho e as experiências de todos ainda são uma grande fonte de sabedoria.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Erros


Sempre achamos que se pudéssemos voltar ao passado poderíamos consertar todos os nossos erros. Mas será que não cometeríamos outros, talvez até mais graves? Será que os erros que cometemos no passado não são parcialmente responsáveis pelo que somos hoje e se eles não tivessem existido seríamos outras pessoas completamente diferentes e provavelmente piores do que somos agora?
Todos erram. Uns mais, outros menos. E quem não erra não aprende, embora enquanto uns tentem consertar os erros, outros insistam em repeti-los.
É preciso tomar cuidado, pois alguns erros são simplesmente irreversíveis. Como quando se errou com alguém que já se foi. Aí não há como consertar o erro e nem como se desculpar por ele...
Existem muitas possibilidades de erros: com familiares, com amizades, com empregos, com namoros... A gente sempre poderia ter sido um filho melhor, um irmão melhor, um neto melhor, um sobrinho melhor, um primo melhor, um funcionário melhor, um patrão melhor, um namorado melhor, um marido melhor... Mas no momento em que há essa necessidade não sabemos disso. E depois de um tempo, quando a ficha cai, é quase sempre muito tarde para voltar atrás. O jeito é começar agora. Tentar ser tudo isso a partir de hoje para não ter que se arrepender de novo no futuro.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Hay que ser dita la verdad


La verdad debe ser dita mismo que sea muy difícil de aceptar
O cuándo hace sufrir las personas que amamos,
O mismo cuando nos hace sufrir a nosotros,
O cuando el dinero está involucrado,
O cuando ella te hará perder tu paciencia,
O cuando sabes que una mentirita seria bien mejor,
O cuando sea más fácil mentir.

Hoy, las personas están tan acostumbradas a decir mentiras
Que piensan estar diciendo la verdad
Y llegan a creer en cada cosa que dicen.

¿Donde están las personas honestas?
¿Quien tiene el coraje de decir lo que realmente piensa?
¿Quién no tiene medo de osar decir la verdad?
¿Quién será el primero a hacerlo?

terça-feira, 29 de junho de 2010

Erga a cabeça!


Ei, talvez você esteja triste, talvez esteja passando por uma situação difícil, talvez não acredite que haja um alívio para a dor que está sentindo, talvez você pense que o mundo deveria acabar logo para que toda a sua dor tivesse um fim...
Às vezes, a esperança não deixa nenhuma pista e tudo aquilo em que nos apoiamos parece estar a um passo de desabar. Talvez você esteja pensando que ninguém no mundo tem uma dor semelhante a sua, que ninguém vai compreender a angústia do seu coração e que não adianta desabafar com ninguém porque ninguém poderá ajudá-lo. Talvez você acredite que é o ser humano mais desastrado do mundo, que nada dá certo para você, que as coisas boas só acontecem na vida dos outros e talvez você até sinta inveja das pessoas que se dão bem, lá no fundinho do seu coração, naquele cantinho secreto que só você conhece...
Se você se sente assim, minha mensagem é para você. Sei que tudo o que você não quer neste momento é ouvir um conselho, mas não existe outra forma de passar pela dor, a não ser sentindo-a. Não dá para chegar do outro lado do abismo sem atravessá-lo. Não existe uma forma de vencer a batalha sem lutar. E se eu irrito você dizendo essas coisas, não culpe a mim. Culpe a todos os livros e os filmes que foram inspirados na superação. Culpe a todas as religiões que acreditam haver algo mais que esta simples e passageira vida que levamos.
E perceba que se não acreditarmos nisso, então toda a nossa vida será apenas um lance de sorte ou de azar. Então o bem e o mal não existirão e nada mais fará sentido no mundo. Ele será apenas dos sortudos, dos que conseguem as coisas ou dos que simplesmente as recebem. E não valerá a pena viver num mundo assim.
Lembre-se de todos aqueles que já passaram por uma dor insuportável: a perda de um ente querido, o rompimento de um namoro, um aborto espontâneo, a perda de um bom emprego, um assalto, uma enchente, a prisão de alguém... Enfim existem tantos motivos pelos quais as pessoas sofrem que chega a ser pretensioso acreditar que só você está sofrendo num mundo onde existem mais de sete bilhões de seres humanos, cheios de problemas e de falhas, como você...
Você pode não estar bem agora, mas concentre-se nos bons momentos que a vida já lhe concedeu. Ao invés de pensar em suas perdas, pense nas conquistas e sinta o sabor de cada uma delas novamente. E se você achar que sua vida não está repleta de conquistas, talvez você esteja ficando cego. Existem tantas coisas que conquistamos: um emprego (ainda que não seja o melhor do mundo), uma família, um amigo, um grande amor, um instrumento musical, um automóvel que, apesar de não ser uma Ferrari, é só seu, um lar ou até mesmo um par de tênis novos... E, além disso, existem aquelas que ainda estão esperando para ser conquistadas e, se você desistir agora, jamais saberá quais são elas.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Música?


Hoje em dia é até difícil falar em música. Embora ela esteja em toda parte, sua essência está desaparecendo. Quando a gente vai ao shopping para fazer compras, geralmente ouve alguma canção de fundo e acaba cantando junto. Talvez porque a canção seja bonita, talvez porque seja nostálgica ou talvez simplesmente porque a gente decorou a letra.
Existem canções muito lindas. Elas são verdadeiros poemas e podem ser cantadas em várias línguas: inglês, português, italiano, etc. Elvis Presley, Caetano Veloso, Andrea Bocelli... Quem não se arrepia ouvindo algumas dessas vozes? Elas são aquelas que alegram o coração.
Existem também aquelas que nos transportam a outros tempos: aos tempos da faculdade, do colégio, da escola, da adolescência, da infância... Essas nem precisam ser boas, e muitas vezes a gente nem sabe o que elas realmente significam, só quer ouvi-las pelo prazer de viajar no tempo... Não importa a língua, o ritmo, o cantor ou a mensagem: o importante é o efeito que essas canções provocam.
Mas infelizmente esses não são os tipos de música que a gente mais escuta por aí. É mais fácil ouvir um “Pela última vez, eu, pela última vez...” ou um “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, ou ainda um “O que pensa que eu sou?” Isso sem falar nos funks cariocas que o respeito que tenho pela moral não me permite colocar aqui.
Por que será que essas canções fazem sucesso? Não entendo... O primeiro exemplo não diz nada. E muitas outras do mesmo estilo também não dizem nada. Não é possível fazer uma analise literária em cima de algo que não diz nada. Sem falar que o refrão não condiz com o restante da música...
O segundo exemplo é atrativo pelo som, não pelo conteúdo da mensagem. E de repente todo mundo sai por aí dizendo que gosta de alguém que não vale nada... Talvez, no fundo, ninguém valha nada mesmo, né? Que profundo, não? E nesse meio a gente pode incluir o Rebolation e todos os estilos relacionados, aqueles que só se preocupam com o balanço da música e não estão nem aí para as letras.
Mas não dá para esquecer o Calipso, que faz as pessoas cantarem “do fundo do coração” essas canções “tão românticas”. Quem nunca viu uma “Joelma” cover cantando e dançando um dos grandes sucessos dessa cantora fenomenal, que se veste tão bem e tem a voz tão linda? Quem nunca viu ninguém aspirando ao mesmo talento dessa mulher? É um verdadeiro exemplo para as mulheres!
É claro que nem tudo é assim tão horrível hoje em dia. De vez em quando surgem algumas bandas ou duplas sertanejas que nos deixam felizes e nos dão uma mensagem bonita, ou uma mensagem de paz: “Deus e eu no sertão...” Que saibamos escolher o que ouvir e assim demos bons exemplos às gerações que nos sucederão e às que já estão por aí.